Quinta-feira, 30 de Março de 2006

Oposto

calle.jpg
Estou no oposto da imagem que vejo quando fecho os olhos. As canetas
aqui escrevem azul e no oposto o azul escreve-se com lápis número dois.
Aqui ri-se da desgraça dos outros, no oposto ri-se da nossa própria desgraça.
Aqui, espera-se que o tempo passe até termos que esperar que passe outra vez.
No oposto passa-se o tempo a correr, com medo que acabe.

Aqui, não quero estar. No meu oposto não sei.


publicado por migueL às 02:14
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2 comentários:
De (In)Constante a 5 de Setembro de 2006 às 23:56
Se aí nao queres estar, das duas uma: ou mudas o que não gostas fora de ti ou o que não gostas em ti. Enfim, se nãoq ueres estar aí... muda-te! ;) *


De Poesia Portuguesa a 5 de Abril de 2006 às 20:17
Curioso o teu Blog... perdi-me por aqui a ler os teus pensamentos e a "visitar" as imagens. Gostei de algumas... muito!
:)


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