Sexta-feira, 21 de Julho de 2006

Blind copy (Bcc)

Entretanto,  enquanto o  tempo passa mas  finge  não acabar,
inventam-se fantasmas de pessoas que ainda não morreram.
A  visão  duplica os afectos e as  percepções;  umas  sentem
aquilo que  não existe para sentir; outras,  sentem as  marcas
cravadas na  pele do que não tem imaginação para existir.


publicado por migueL às 05:19
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1 comentário:
De (In)constante a 6 de Setembro de 2006 às 00:01
Que tempo tão fingido... Que imaginação tão fértil... Que ilusão tão real...*


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